Espetáculos

A QUASE MORTE DE ZÉ MALANDRO
Colombina e Pierrô são as únicas atrações de um pequeno circo prestes a fechar. Ao acolher um contador de histórias, Palhação, dono do circo, descobre mais que uma atração, descobre que uma boa história pode tanto salvar o circo como encantar o “excelentíssimo público”. Espetáculo baseado no conto popular recolhido e recontado por Ricardo Azevedo em seu livro "Contos de Enganar a Morte" a história acontece sobre uma empanada com catorze fantoches (bonecos de luva) e varas, inspirado no Teatro de Mamulengos. O espetáculo é dinâmico com viola e violão tocados ao vivo pelos manipuladores-músicos que ora tocam, ora dão vida aos personagens.
HISTÓRIA COM OBJETOS
O espetáculo tem início com o conto acumulativo, Tambor, tamborzinho, tamborzão, onde os personagens são instrumentos sonoros, uma lebre é um sino, uma rãzinha um caxixi...
Na sequência os objetos ganham nomes em “A velhinha que dava nome as coisas” de Cynthia Rylant, história em que uma velhinha sabiamente nomeia as coisas que a cercam para espantar a solidão. Os objetos em miniatura dão qualidade à imagem criada pela palavra, gerando uma atmosfera mágica de concentração entre contador e público. “A árvore generosa” de Shell Silverstein, história de um amor incondicional entre uma árvore e um menino é narrada com todo o poetismo do Kamishibai, teatro de papel de modelo japonês. E objetos cotidianos que adquirem outro sentido quando transformados em personagens, surge “Guilherme Augusto Araújo Fernandes” de Mem Fox, história de um garoto que através de objetos, como uma concha do mar, ajuda uma senhora a ter lembranças e reviver sua memória.


MUSICAL MAPINGUARY
Adivinha quem vem aí? É o gigante fedorento Mapinguary acompanhado do Chibamba e do Curupira-pira-pira!
Vem aí uma “Festa no céu” com muita música inédita, parlendas e brincadeiras.
Vem aí uma viagem à Bremem com direito a uma paradinha para comprar um rabo do seu bicho preferido.
Vem aí o homem do saco, é melhor ficar de olho! De olho nohomem e no “Tempo” porque só tempo sabe quanto tempo o tempo tem!
Vem aí muita diversão e encantamento com a magia de quem conta e a participação de quem ouve nesse fantástico musical.


QUAL É O NOME DELE?
Adaptação do conto "Rumpelstilzchen" dos Irmãos Grimm, espetáculo  que mescla narração e teatro de animação. Com manipulação direta dos cinco personagens (bonecos), desenrola o fio da história, pontuada pela narração envolvente, adivinhas cantadas e música instrumental . A história da filha de um moleiro, que por capricho de seu pai, acaba trancada num dos aposentos do castelo, tendo a tarefa de transformar palha em ouro.

CONTE OUTRA VEZ  
Narração de Contos tradicionais com movimento e  música: "Maria Borralheira", "O Homem do Saco"; Com manipulação de bonecos "O Marido da Mãe D’Água" . Parlendas e cantigas alegram o enredo. No final o boneco do Mapinguari,(mostro lendário da Amazônia,surge para contar sua história).

MISTÉRIOS DA MATA
Lendas da Amazônia são narradas com objetos indígenas e teatro de sombras; "A serpente Arco – Íris", "Curupira", "O Pai do Mato", "A vitória Régia", "O Uirapuru" e a participação do Mapinguari, que surge de repente, para contar sua própria história. O espetáculo é acompanhado com música percussiva ao vivo.
FESTA NO CÉU E OUTRAS ALEGRIAS
Pra começar os brincantes, cantam cantigas e parlendas. O conto acumulativo A casa que Pedro construiu, abre a contação, depois vem a alegria da  "Festa no Céu" , "Os Músicos de Bremem" com a participação do público, na dramatização dos bichos. Para encerrar a brincadeira-história , Por que os bichos tem rabo?, com as crianças dramatizando os personagens.

URASHIMA TARÔ E OUTRAS HISTÓRIAS
Espetáculo infantil com bonecos . O contador começa com a história "Noite do Saci" em seguida narra Urashima Tarô, lenda contada por um boneco japonês, e num teatro de bonecos, João e Maria. Por fim, A linda Rosa Juvenil, com participação das crianças.  A trilha sonora e música composta para as histórias são executadas ao vivo.

CARRINHO DE HISTÓRIAS
Com o Carinho das Histórias, surge o contador de histórias diante do público. A manipulação dos livros, livros imagens e livros brinquedos, permeiam a contação de histórias, ora sendo o elemento principal, ora como ponte entre uma história e outra. No repertório, cantigas, brincadeiras e adivinhas compõem o espetáculo.  O carrinho é um instrumento que desperta o interesse do público, os convidando para um ambiente criativo, lúdico e acolhedor. 

ALÉM DAS MONTANHAS
Uma viagem pelo interior de Minas , histórias e lendas que passam nos vales e cidades. Histórias contadas com Teatro de Sombras, música e poesia. A narrativa é composta por cantigas do folclore mineiro. Chibamba, boneco-fantasma chega  com brincadeira e música, o canoeiro-boneco, conta A lenda das Esmeraldas, depois é narrada o clássico A Bela e a Fera, e a "Lenda dos Diamantes", contada pela boneca Exupéria.  Ainda no roteiro, "A missa dos Mortos", e para encerrar a apresentação, a caixinha dos versos.


AFRICONTOS
A sabedoria e cultura de um povo através das histórias. "Tocando tambor e kalimba, começamos a narração, com a  histórias, "O mundo nasceu do som da Kalimba, na sequência, Jesuína e a cabaça encantada", oralidade afro-brasileira de como nasceu o berimbau, depois "O macaquinho do nariz branco", lenda da Guiné-Bissal de como surgiu o tambor africano. e por fim "Ananse" e o Pote da sabedoria e o boneco Chibamba que vem dançar no terreiro.